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Primeiros animais chegam ao Parque Assis Brasil para 40ª Expointer

Primeiro animal a entrar foi um ovino da raça Texel, pertencente à cabanha de Uruguaiana
O Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, abriu suas portas na manhã desta segunda-feira (21) para receber as estrelas da festa: os animais. O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, acompanhado do subsecretário do parque, Sérgio Bandoca Foscarini, abriu pessoalmente o portão de acesso para os primeiros exemplares ingressarem em seus espaços. 
O primeiro animal a entrar foi um ovino da raça Texel, pertencente à Cabanha Oliveira, de Uruguaiana, seguido por cavalos crioulos. A entrada de animais prosseguirá nos próximos dias. 
Animais passam por controle sanitário para ingressar no Parque de Exposições
Para a edição 2017, que marca as quarenta edições da maior feira a céu aberto da América Latina, estão inscritos 3.207 animais de argola e 1.437 animais rústicos.
De acordo com Polo, a entrada dos animais é um momento marcante, pois eles são as estrelas. "Todas as melhorias feitas no parque durante o ano são realizadas com o intuito de receber bem os animais e o público, que muitas vezes traz a família para vê-los. As crianças adoram", afirmou.
Após a recepção dos primeiros animais, a imprensa foi convidada para um café seguido de entrevista coletiva e uma visita guiada no parque. Bandoca apresentou as novidades, incluindo os mais de 3,6 mil metros de calçamento nas ruas internas.
A 40ª Expointer ocorre entre os dias 26 de agosto e 3 de setembro.
Fonte: Expointer

Cachoeirense será jurado da raça texel na Expointer


O médico veterinário cachoeirense Maximiliano de Carvalho Neves da Fontoura, 43 anos, foi escolhido por associados da Brastexel para ser o jurado que avaliará os ovinos texel na Expointer 2016. A feira acontecerá de 27 de agosto a 4 de setembro, em Esteio. 

Selecionador de texel há 23 anos na Cabanha Geribá, em Cachoeira do Sul, ele iniciou com um rebanho comercial e passou por todas as 10 gerações até chegar ao plantel puro de origem. A Geribá possui 120 matrizes. 

Neves da Fontoura já foi jurado de texel no Mercotexel, Exposição de Alegrete e Exposição de Osório. Ele observa que as exposições são a grande ferramenta que o criador tem para avaliar o melhoramento genético.  


Fonte: Jornal do Povo

Selo de Qualidade Angus do Pampa vai agregar valor à carne gaúcha

Associação Brasileira de Angus e Frigorífico Marfrig são parceiros na iniciativa
Para valorizar a riqueza e a diversidade das pastagens do Rio Grande do Sul e as qualidades da carne dos animais que se alimentam delas, a Associação Brasileira de Angus e o Frigorífico Marfrig assinaram, nesta segunda-feira (31), na Expointer, convênio para implementação do Selo de Qualidade Angus do Pampa. A proposta consiste na certificação de um método de criação típico do Rio Grande do Sul, em que os animais são mantidos a pasto em condições climáticas e nutricionais diferenciadas (ver pré-requisitos abaixo).
Segundo o presidente da Angus, José Roberto Pires Weber, o principal diferencial está na farta alimentação à base de forrageiras de alto desempenho nutricional. "No Rio Grande do Sul, o rebanho Angus tem características únicas que lhe conferem capacidade de acabamento de carcaça diferenciado mesmo a campo. É uma condição única que precisa ser valorizada e reconhecida pelo mercado consumidor", salienta.  Os cortes produzidos no escopo do projeto receberão o selo Angus do Pampa – Pastagens do Sul, uma marca registrada pela Associação Brasileira de Angus.
O projeto dará início aos abates já no mês de setembro. Segundo o diretor de originação do Grupo Marfrig, José Pedro Crespo, o Angus do Pampa vai ao encontro das modernas tendências do consumidor e valoriza as características distintas da carne produzida no Estado. "Queremos distinguir nossos produtos pela qualidade, e este selo nos permitirá agregar valor à carne gaúcha e oferecer aos brasileiros um produto tipicamente produzido na região, com o terroir dos pampas", afirma Crespo.
O Angus do Pampa, um desejo antigo dos produtores do Estado, é um projeto construído durante cerca de dois anos. "A carne produzida em pastejo, utilizando níveis moderados de suplementação, possui particularidades  organolépticas e nutricionais próprias, conforme estudos realizados no Estado”, destacou o gerente nacional do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Schuler Medeiros.
O diretor do Programa Carne Angus Certificada, Reynaldo Titoff Salvador, acrescenta que existe uma tendência mundial de busca de produtos provenientes de sistemas sustentáveis. Ele diz que os criadores brasileiros precisam se adequar a essas práticas e certificá-las. "É uma forma de garantir um valor adicional aos pecuaristas que obtêm uma carne especial, produzida em condições extremamente naturais e de acordo com as tendências mundiais de pecuária sustentável", ressalta.
Inicialmente, a carne com o selo Angus do Pampa estará à venda no varejo do Rio Grande do Sul e em butiques especializadas de São Paulo.
Pré-requisitos para integrar o projeto Angus do Pampa
Bovinos Angus e Cruza Angus criados exclusivamente no Rio Grande do Sul.
Animais criados, majoritariamente, a pasto. É admitida suplementação, desde que limitada a grãos e compostos vegetais ou minerais. Contudo, os animais devem ter livre acesso a pastagens.
Atender a padrões de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente e legislação trabalhista. Por exemplo, os criadores devem comprovar que não utilizam trabalho infantil e que os filhos de seus funcionários frequentam devidamente a escola.
Abate com idade máxima de 4 dentes (30 meses).
No frigorífico, os animais devem ser abatidos de acordo com os padrões humanitários e o correto manejo prévio, atendendo aos requisitos de Bem-Estar Animal. 
Angus na Expointer
A Associação Brasileira de Angus participa da Expointer 2015 com 281 animais inscritos e uma vasta programação de eventos e reuniões. Neste ano, a Angus tem como patrocinadores Sicredi, Phibro, Cotripal, Allflex, Brasão do Pampa, Linkgen e Nex Group/Foster, além dos parceiros permanentes CRI Genética e Azevedo Bento.

Fonte: Expointer

Pesquisa avalia sistema de ovino-olivicultura no Sudeste do Estado

Tema foi abordado pelo pesquisador da Fepagro Elder Lopes
A formação de um sistema integrado de produção de ovinos junto ao cultivo de oliveiras foi o tema abordado pelo pesquisador da Fepagro Elder Lopes durante o ciclo de palestras promovido pela Fundação em sua casa na Expointer.
O pesquisador apresentou o projeto, em fase inicial de execução na Fepagro Serra do Sudeste, em Encruzilhada do Sul, que integra a produção de ovinos com a olivicultura. A primeira etapa de estudos sistematizados foi composta pela implantação de olival experimental no próprio centro de pesquisa, onde estão sendo avaliados a adaptabilidade e o desenvolvimento de nove variedades de oliveira: cinco para produção de azeite e quatro para mesa. “O próximo passo será o estudo de questões de nutrição, manejo, comportamento animal e desempenho de pequenos ruminantes integrados às oliveiras”, adiantou.
A ideia de desenvolver o projeto em Encruzilhada do Sul levou em consideração aspectos regionais, como a vocação para produção de ovinos e as condições climáticas, de solo e topográficas favoráveis para o cultivo de oliveiras. “Estamos focados nessa mesorregião, pois é a mais desfavorecida do Estado, por uma série de questões. É uma das regiões mais pobres do RS”, destacou Elder.
Fonte: Expointer

Grande campeão da raça Corriedale é da Cabanha Santa Filomena

Ovinos Corriedale têm como standard da raça um duplo propósito, com características que dividem o foco em 50% para a produção de carne e 50% para a de lã
O grande campeão da raça Corriedale na Expointer foi Santa Filomena 4528 (box 132), da Cabanha Santa Filomena, de Santana do Livramento, de propriedade de Jorge Antonio Remedi Guerra e Claudia Remedi Guerra. O reservado foi Santa Filomena 4524A (box 132), da mesma cabanha.

Entre as fêmeas, a grande campeã foi JHEP 456, da Cabanha Santa Cecília, de Bagé, de Luis Claudio L. Pereira e Fernanda R. Scardoelli & Filhos. A reservada foi La Estela IA 510 (box 75), da Cabanha La Estela, de Quaraí, de Henrique Pinto Lamego e Jorge B. Rodrigues Britos.
Os ovinos Corriedale têm como standard da raça um duplo propósito, com características que dividem o foco em 50% para a produção de carne e 50% para a de lã. A partir da maior procura no mercado pela carne de ovelha, os produtores buscam um animal mais voltado para o abate. Nas competições da 38ª Expointer, foram inscritos 83 exemplares de Corriedale, de um total de 909 ovinos, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco).
A Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) entende que essa mudança fortalece o setor, que cresce com maior retorno financeiro. "Hoje, a produção não consegue suprir a demanda de carne, o que mostra para onde ela deve se desenvolver", afirma a presidente da ABCC, Elisabeth Amaral Lemos. Ela acredita que a visibilidade conquistada na feira terá reflexo na época de comercialização dos ovinos.
Fonte: Expointer

Campeões da raça Crioula são da Cabanha da Maya

A Cabanha da Maya, de Bagé, de propriedade de Zuleika Torrealba, foi a grande vencedora do campeonato da raça de ovinos Crioulos na Expointer. O grande campeão foi Cabanha da Maya Festeiro (box 776), pesando 76 quilos. E a grande campeã foi Cabanha da Maya Giovana (box 763), com 46 quilos.
Conforme o julgador Volnei Merino, são avaliados cinco critérios: aprumo (alinhamento do animal), velo (lã), linha de lombo, cabeça e configuração geral
Os ovinos chegaram ao Rio Grande do Sul com os jesuítas, no início do século 18. Esses primeiros animais são conhecidos como ovinos da raça Crioula. Entre as características desses exemplares, estão a cara e as extremidades descobertas, a lã formada por mechas de aspecto cônico, variando do branco ao preto, e o tamanho médio quando comparados às demais raças ovinas brasileiras. A lã é propícia para artesanato e tapeçaria industrial e a carne é considerada magra e saborosa.
Fonte: Expointer

Grande campeão do Merino Australiano vem da Cabanha Nossa Senhora Aparecida

Entre os machos, o grande campeão foi Paixão 431 (box 21), da Cabanha Nossa Senhora Aparecida, de Bagé 
Os grandes campeões da raça Merino Australiano foram conhecidos nesta segunda-feira (31). Entre os machos, o grande campeão foi Paixão 431 (box 21), da Cabanha Nossa Senhora Aparecida, de Bagé, de propriedade de Geraldo Paixão de Jesus. Entre as fêmeas, a grande campeã foi M.S.J. IA 162 (Box 06), da Cabanha M. Laneira, de Santana do Livramento, de José Octavio S. de Silveira e Sonia Maria C. F. de Silveira. Como reservados, foram classificados o macho Paixão 438 (Box 20), também da Cabanha Nossa Senhora Aparecida, e a fêmea Camila 2348 (Box 04), da Cabanha Santa Camila, de Alegrete/RS, de propriedade de Manoel Francisco Zirbes Rodrigues.
Com foco na produção de lã, os animais chegam à feira para apresentar os melhoramentos genéticos que buscam um fio mais fino, com coloração e rendimento para atender aos padrões internacionais de qualidade. "Vemos o entusiasmo do produtor em investir e apresentar o resultado desse trabalho", afirma a presidente da Associação Brasileira de Criadores de Merino Australiano, Sonia Silveira.
Para Zirbes, o momento é bom para a raça, já que a lã tende a se valorizar com a alta do dólar e boa parte da produção visa à exportação. A jurada uruguaia Sara Azambuja Jones explica que o julgamento observa a harmonia com o standard da raça, que deve apresentar boa conformação óssea, além da qualidade da lã, que deve ser fina e com longas mechas.
Fonte: Expointer

Abelhas são responsáveis pela polinização de culturas agrícolas

Bióloga e pesquisadora Sidia Witter falou sobre o assunto na Casa da Fepagro
Dentro do tema Produção Animal: Sustentabilidade dos Sistemas Produtivos, a bióloga e pesquisadora da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) Vale do Taquari Sidia Witter abordou as "Boas práticas para manejo e conservação de polinizadores em agroecossistemas com ênfase em abelhas nativas", em palestra nesta segunda-feira (31), na Casa da Fepagro. O secretário estadual da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, prestigiou o evento e destacou a importância da troca de informações e conhecimentos durante a Expointer.
Conforme Sidia, estudos mostram que aproximadamente 75% das culturas agrícolas e 87,5% das plantas com flores depen­dem da polinização animal, e as abelhas são reconhecidas como os principais agentes nesse processo.
A pesquisadora contou que o método tradicional para polinização de culturas está centralizado em uma única espécie de abelha, a melífera (Apis mellifera), cuja criação racional é denominada apicultura. "Mas as colônias dessa espécie estão declinando por causas múltiplas, especialmente a exposição a pesticidas, ataque de pragas e doenças, falta de recursos nutricionais e desmatamentos", esclareceu. Além disso, continuou a pesquisadora, embora essa espécie de abelha seja importante para a polinização de um grande número de culturas, ela não é eficiente polinizadora de todas. "Muitos cultivos necessitam de polinizadores nativos, a exemplo de alfafa, trevo, maracujá, tomate e mirtilo, entre outros. Em muitos casos, a associação de mais de uma espécie de polinizador é fundamental para uma boa polinização de determinada planta", explicou.
De acordo com a bióloga, os serviços prestados pelos polinizadores nativos e manejadores são denominados de "serviços ecossistêmicos", ou seja, fornecidos pelo ambiente. "Eles estão em risco devido a esses fatores negativos que comprometem a sua sobrevivência. Isso poderá ter sérias consequências na produção de alimentos e manutenção da vegetação nativa", alertou.
Porém, conforme Sidia, os agricultores podem atuar como protetores dos polinizadores e ganhar com a polinização de suas culturas. "Para isso, são propostas ações (boas práticas) que possibilitam a atração, a permanência e a conservação de polinizadores nas áreas agrícolas, contribuindo para a produtividade das culturas agrícolas e conservação da biodiversidade regional."
Lançamento de livro
Após a palestra, ocorreu o lançamento do livro As abelhas e a Agricultura, que tem entre os autores os pesquisadores da Fepagro Sidia Witter e Bruno Brito Lisboa. Editado pela PUCRS, a  publicação é voltada para agricultores e tem por objetivo disponibilizar informações sobre a importância da polinização agrícola e os fatores envolvidos nesse processo.
Fonte: Expointer

Definidos os grandes campeões da raça Pardo Suíço

Na categoria leite, venceu Wo Aladin Perkins, estreante na competição
A raça Pardo Suíço escolheu seus campeões das categorias corte e leite na 38ª Expointer nesta segunda-feira (31). O grande campeão do corte foi Bugre Ricco Triunfo (box 1667) e a grande campeã, Ventosa Vera Ricco (box 1670), ambos de propriedade de Flávio Humberto Tusinho, da Cabanha Nova Esperança, de Glorinha, e bicampeões na feira.
Na categoria leite, sagrou-se grande campeão Aladin Perkins (box 2103), filho de semêm importado da Suíça e estreante na competição. O título de grande campeã ficou com Wo Kika Obama Rampas (box 2107), três vezes premiada na categoria. Ambos são do proprietário Wilson Barboza de Oliveira, da Cabanha Rodeio dos Pardos, de Morro Redondo (RS).
A raça Pardo Suíço é uma das mais antigas e puras, muito apreciada por suas diferentes qualidades: quantidade de leite; carne; e habilidade para trabalho. Na categoria corte, avalia-se a estrutura físíca, musculatura, reprodutibilidade, padrão racial, entre outros aspectos. Na categoria leite, observa-se, principalmente, o úbere do animal.
Fonte: Expointer

Grande Campeã da raça Texel é de cabanha de Cachoeira do Sul

O prêmio foi para a Capane IA 1464 (Box 374), da Cabanha dos Pinheiros
Foi entregue na manhã desta segunda-feira (31), na 38ª Expointer, pelo secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, o prêmio para a Grande Campeã da raça Texel. O anúncio foi feito na pista 12, de ovinos, e a vencedora foi Capane IA 1464 (Box 374), da Cabanha dos Pinheiros, de Cachoeira do Sul/RS, de Paulo Afonso Schwab e Luiz Alberto Schwab.
Como Reservado de Grande Campeã, ficou Castiel IA 561 (Box 335), da Cabanha Forqueta, de Santiago/RS, de Iara Castiel, Adriana C. de Mattos e José Thiago de Mattos. "O Rio Grande do Sul tem um grande potencial para o setor ovino, e momentos como este reforçam o desafio e garantem oportunidades de crescimento", celebrou  Polo.
Para Nedy de Vargas Marques, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Texel (Brastexel), a Expointer é onde os produtores mostram como estão investindo e faz-se uma avaliação nacional sobre a raça. "A cada ano, vemos animais mais capacitados e um aprimoramento genético que traz melhoramentos ao rebanho", explica Marques, lembrando que a característica principal da Texel é a produção de carne.
Vinicio Mazzei, jurado da prova, afirmou que o alto padrão dos animais tornou a escolha muito difícil. Segundo o veterinário uruguaio, o julgamento busca bons membros posteriores, quartos e lombos, com um bom aprumo para suportar o peso da carne, que é a marca a raça. Uma boa pigmentação e o pelo de cabeça e orelhas também são considerados para a definição da campeã.
De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), 909 animais foram inscritos na 38ª Expointer, sendo a Texel a que mais tem participantes, com 311 inscritos, entre machos e fêmeas.
Fonte: Expointer

Jotace Utopia e JA Libertador levam para casa o Freio de Ouro 2015

Campeões fizeram a festa no pódio
A competição foi acirrada durante todas as etapas, mas, ao final da disputa do Freio de Ouro, a égua Jotace Utopia, da Cabanha Jotace, de Barra do Quaraí, levou para casa o Freio de Ouro 2015, na categoria fêmea. Primeiro lugar na credenciadora de Arambaré e Bocal de Ouro 2015, Jotace é irmã da égua Jotace Tranca, vencedora do Freio de Ouro 2014 e obteve a pontuação final de 22,655. Do criador João Jurassi Cantarelli, de Uruguaiana, e mesmo expositor, ela foi montada pelo ginete Raul Lima e seu domador foi Everaldo Silveira. Durante a premiação, a criadora Daniela Cantarelli, uma das proprietárias do animal, comemorou o título e já traçou planos para o futuro "A gente está muito feliz. É uma égua inquestionável, são três provas, três vitórias. Agora, a gente leva ela para casa, e após o descanso merecido se dedica a produzir os grandes campeões", afirmou.
Entre os machos, JA Libertador, do criador José Antônio Anzanello, dos expositores José Antônio Anzanello e Condomínio JA Libertador foi o grande vencedor do Freio de Ouro. Da Fazenda Santa Edwiges, de São Lourenço do Sul, o cavalo obteve nota máxima de 21,530. O animal foi conduzido pelo ginete Milton Castro que, por oito vezes, foi o melhor ginete da competição. JA Libertador foi Bocal de Ouro, assim como Jotace. Anzanello conta que JA Libertador é um cavalo muito jovem e entrou na competição porque o animal selecionado pelo criatório morreu. "Nós tivemos de improvisar e ele respondeu de forma maravilhosa, acho que era pra ser dele", disse o criador. 
O segundo lugar ficou com Harmonia Temprano, seguido por Quinchero de Santa Angélica. Entre as fêmeas, o Freio de Prata ficou com a fêmea BT Basteira, e o terceiro lugar com égua As Malke Safira.
Eleito o domador do ano, Juliano Castro falou que treina os cavalos com calma e sem pressa. "Com tempo eles vão se aprontando sozinhos, é uma emoção muito grande Não tem receita é só trabalhar que dá certo", disse Julianos.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), José Luiz Laitano, destacou a evolução do freio. "A cada ano aumenta o profissionalismo dos ginetes. As condições dos animais mostram evolução muito grande, a decisão é sempre no último minuto, todos os 14 que passam para o domingo têm chance real de vencer. Isso mostra o que representa a evolução da raça", avaliou Laitano.
Gran finale
O último dia de provas funcionais do concurso começou ensolarado e quente, mas isso não espantou os espectadores do Freio. Após a solenidade de abertura, no início da tarde, a segunda prova de mangueira deu início ao julgamento dos finalistas. Em seguida, o desempenho dos cavalos foi avaliado na Bayard Sarmento, prova similar à voltas sobre patas e esbarrada, onde a velocidade e equilíbrio dos Crioulos são testadas.
O gran finale do 34º Freio de Ouro veio com a segunda paleteada. A prova de campo apresentou a perseguição de um novilho por uma dupla de cavalos e traz os melhores colocados, os mais rápidos e submissos ao comando do ginete. Em todas as disputas do dia, os resultados mostraram que o desempenho de todos os 28 equinos participantes era altamente competitivo. Como saldo da final, a égua BT Basteira, 2º lugar na competição, ganhou a melhor colocação na mangueira II (17,834) e campo II (19,500), enquanto Jotace Utopia, a premiada com ouro (22,655), foi a melhor colocada do dia na prova Bayard/Sarmento (17,667).  
Público
Foram 20 mil pessoas que acompanharam o dia de provas finais, na pista Freio de Ouro, no Parque Assis Brasil, em Esteio. Em comparação com o ano passado, a competição deste ano venceu mais 5 mil espectadores, segundo a organização do evento.
O criador Tiago José Bordignon, 30 anos, acompanha a competição desde seus 17 anos. Para ele, a edição final deste ano mostrou a evolução da raça Crioula. “Foi bastante disputada e acirrada, pude ver que os cavalos estão cada vez melhores e mais competitivos”, destaca. A alternância de melhores colocados a cada prova mostrou a dificuldade do Freio deste ano. “Ele (Jotace Utopia) não veio liderando todas as provas, ganhou porque mereceu”, diz. 
Fonte: Expointer

Limousin conquista o bicampeonato de animal mais pesado da Expointer

O touro Zagueiro, da Estância 3M, de Marilândia do Sul (PR), pesou 1,28 tonelada
Pelo segundo ano consecutivo, o touro 3M Zagueiro (BOX 1271), da raça Limousin, da Estância 3M, de Marilândia do Sul (PR), é o animal mais pesado da 38ª Expointer, com 1,28 tonelada. Esta edição da Expointer marca a despedida do animal, nascido em 12 de maio de 2010, de feiras pelo país. "A raça limita em cinco anos a participação em eventos, mesmo que viva entre 25 e 27 anos", explica o expositor Marco Antonio Abib Júnior. "O nosso bicampeão está se aposentando". Para manter seu alto peso, Zagueiro ingere em torno de 60kg de ração por dia. 
O vice-campeão também foi um Limousin, do expositor Edgar Luiz Ferreira Lima, da Fazenda Boa Esperança, de Cachoeira do Sul. O touro 3M Batista (Box 1269) pesou 1,255 tonelada. "Esta pesagem mostra a qualidade da nossa carne com muito pouca gordura. Tal qualidade também garantiu à raça o Campeonato Mundial de Rendimento de Carcaça", comemora Lima.
Fonte: Expointer
Foto:  Vilmar da Rosa

Definida ovelha Suffolk grande campeã da 38ª Expointer

Representante da Cabanha Flor do Pago, de Irani (SC), foi a vencedora
Durante a manhã e a tarde deste domingo (30), a 38ª Expointer foi palco de uma disputa acirrada entre os ovinos da raça Suffolk, que contou com mais 50 animais. Foram definidas a fêmea grande campeã e a reservada. O julgamento aconteceu na pista 13 e foi promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO) e Associação Brasileira de Criadores de Ovinos Suffolk (ABCOS).
O jurado Gustavo Martins Ferreira ressaltou o alto nível da competição e avaliou os animais com base nas características da raça: linha do lombo, ossadura forte e também se os ovinos mantinham traços femininos, fato extremamente importante já que a avaliação foi feita apenas em fêmeas.
A grande campeã do dia foi a representante da Cabanha Flor do Pago, de Irani (SC). O proprietário, Elvio de Oliveira Flores, tem tradição na criação da raça e já expõe animais na Expointer há 25 anos. O título de grande campeã reservada ficou com o ovino representante da Fazenda Descanso, de São Martinho da Serra (RS).
A raça Sulffok tem sua origem na Inglaterra e foi formada a partir do cruzamento de carneiros Southodown com ovelhas selvagens de Norfolk. Esses ovinos caracterizavam-­se por terem membros pretos e por serem animais robustos, por isso têm atualmente como principal destino a criação de corte.
Fonte: Expointer
Foto: André Feltes

Vitara EFF é a Grande Campeã Mangalarga

No julgamento da raça, são avaliadas regularidade, resistência, comodidade e marcha
A égua Vitara EFF, do Haras Fazenda Alvorada, de Sentinela do Sul/RS (Box 2777), é a Grande Campeã fêmea da raça Mangalarga da 38ª Expointer. Os julgamentos de morfologia e andamento foram realizados no sábado (29), na pista de equinos do Parque Assis Brasil, em Esteio. Mais de 70 animais foram inscritos na competição. 
O animal tem quase cinco anos de idade e é filha da também Grande Campeã da Expointer Francesa da Guaciara. O criador Eduardo Faria Finco, presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), lembra que Vitara foi Campeã Reservada em 2014 e é resultado de um investimento que busca desenvolver grandes campeões. “O preparo profissional, uma grande apresentação e uma genética aprimorada são um somatório de qualidades que ampliam as chances de termos um Mangalarga vitorioso”, definiu.
Segundo o presidente do Núcleo Riograndense do Cavalo Mangalarga, Hugo Anélio Lipp Farias, o julgamento busca, no andamento, regularidade e resistência, assim como o rendimento da passada, comodidade e gesto de marcha. A morfologia observa os aspectos da raça, buscando o animal que reúne o que há de melhor nas características de cabeça, pescoço e tronco.
O mangalarga é o cavalo de sela brasileiro, surgido no esporte para a caçada e depois, pelas características, usado para o lazer e o trabalho no campo. A jurada da raça, Caroline Golin Porto, reforçou a dinâmica do andamento e padrão morfológico nacional como principais itens avaliados na competição.
A Campeã Reservada deste ano foi Ventania Mangabaia, da Fazenda Utopia, de Cambará do Sul/RS.
Fonte: Expointer/André Furtado/Cristina Lac
Foto: André Feltes

Prova de cães arrebanhando ovelhas encanta público na Expointer

Prova é uma simulação das tarefas diárias do Border Collie com rebanhos
Trinta cães da raça Border Collie encantaram o público, neste sábado (29), durante a Prova de Pastoreio, quando demonstram suas aptidões no trato com os ovinos. Com o objetivo de testar o instinto dos cães pastores e as habilidades de seus condutores no pastoreio, o percurso da prova é uma simulação das tarefas diárias com rebanhos, e o juiz avalia a equipe cão/condutor em relação à capacidade que eles têm de completá-la. O cão arrebanha os ovinos após receber os comandos do seu proprietário.
Fonte: Expointer
Foto: Pedro H. Tesch

Ovelhas ganham lavatório exclusivo


Os ovinos da 38ª Expointer têm um lavatório exclusivo no Pavilhão Gado de Corte. Antes, os animais percorriam um longo percurso para se banhar no espaço destinado aos equinos e bovinos. Atualmente, o Parque de Exposições Assis Brasil dispõe de quatro lavatórios: para equinos, gado leiteiro, gado de corte e agora ovinos.

Fonte: Expointer
Foto: Expointer

Morfologia da raça Crioula na Expointer deve ter disputa acirrada


Uma das grandes expectativas dos criadores da raça Crioula nesta Expointer será a definição dos grandes campeões do ano na Morfologia. Depois de diversas prévias que envolveram sete estados brasileiros com as Exposições Passaportes onde os exemplares foram classificados, na terça-feira, 1º de setembro, serão conhecidos os vencedores do ano em evento no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS. 

O julgamento ficará a cargo de Vinícius Guedes Freitas. Ele explica que a expectativa para a exposição na Expointer é grande, especialmente pelo nível de competidores que evolui a cada ano que passa. O motivo é o trabalho que os criadores vem desempenhando dentro do que é preconizado pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) tanto no nível morfológico quanto no funcional. "Esperamos uma Expointer muito forte com um nível de cavalos bons muito alto. Muitos bons animais não passaram nas prévias por este alto nível, fruto da competência dos expositores e competitividade dos animais", salienta.
  
Para Freitas, outra curiosidade é que muitos criadores novos entraram na raça Crioula com alto nível de investimento e que vão disputar palmo a palmo com os tradicionais criatórios os grandes campeonatos. "Temos muitos criadores novos que estão competindo de igual para igual com criadores mais antigos. Não se sabe quem pode ganhar uma categoria ou o campeonato. Difícil saber o que vai acontecer", projeta. 

A Morfologia vai começar na segunda-feira, 31 de agosto e os campeões serão definidos no dia seguinte. A Vetnil é a patrocinadora da Morfologia e o apoio é de Supra, Biscoitos Zezé e Floricultura Úrsula.

Fonte: ABCCC
Foto: Felipe Ulbrich

Pavilhão da agricultura familiar aumenta vendas em 20% na Expointer

Comerciantes venderam juntos mais de R$ 1,5 milhão em mercadorias

(Estimativa é de que cerca de 70% do público da feira tenha visitado o local)
 
Comerciantes dos 184 estandes do pavilhão da agricultura familiar da Expointer, que terminou no domingo, dia 1º, venderam juntos mais de R$ 1,5 milhão, aumento de cerca de 20% em relação ao ano passado.

– Os números de comercialização direta são relevantes, mas a Feira da Agricultura Familiar é mais do que isso. A Expointer é a maior feira agropecuária da América Latina e, com certeza, é uma grande vitrine para as nossas agroindústrias familiares – ressalta a delegada adjunta do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no Rio Grande do Sul, Dalva Schreiner.

O pavilhão da agricultura familiar estava entre os espaços mais visitados na exposição. A estimativa dos organizadores do evento é que cerca de 70% do público tenha circulado pelo local, cerca de 260 mil pessoas.

– Estamos satisfeitos com os resultados e com o prestígio que tivemos de todos os visitantes. Na próxima Expointer teremos uma ampliação em quantidade de agricultores, com a preservação da qualidade dos produtos – afirmou o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do governo do Rio Grande do Sul, Ivar Pavan. Segundo o governo do Estado, a obra de ampliação do pavilhão da agricultura familiar já foi licitada e deve estar concluída até 2014. A ação também terá participação financeira do Governo Federal. O novo prédio deve dobrar a participação das agroindústrias familiares na feira.

Oportunidade de negócios
No início da tarde de domingo, muitos visitantes ainda corriam para garantir as compras na Feira da Agricultura Familiar. Alguns estandes ainda esperavam para vender as últimas unidades. Entre eles, o da agroindústria Casa do Sabor. Animados pelas vendas do último ano, a família trouxe mais mercadorias este ano, mas, ainda assim, foi surpreendida e, um dia antes do fim da feira, todos os sucos haviam sido vendidos – aproximadamente 600 litros. As geleias e chimias (doce de fruta) resistiram até o último dia.

A família veio de Paraí, no nordeste riograndense, para participar da feira.

– Estar aqui foi muito importante para nós este ano porque, além do que vendemos, fizemos bastante contatos – relatou Anélio José Pellegrini, 57 anos. A agroindústria foi uma das 30 participantes da rodada de negócios. Com dois anos e meio de funcionamento é muito importante para a família conquistar espaço no mercado.

A família já conta com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante a comercialização de grande parte do que é produzido na agroindústria.

– É o nosso forte. Essas vendas têm uma grande importância para a nossa renda – afirma o produtor.

Mais tecnologia para o campo
A agricultura familiar também teve um peso importante na venda de máquinas e implementos agrícolas. Até o fechamento das instituições bancárias que operaram o Mais Alimentos na Expointer 2013, na tarde de domingo, foram concretizadas propostas de financiamento no valor de aproximadamente R$ 315 milhões. A expectativa é de que este número alcance R$ 400 milhões até o fim da próxima semana – prazo que as empresas têm para finalizar os contratos solicitados durante a feira. Em 2012, no mesmo período, foram fechadas propostas no valor de R$ 252 milhões pelo programa.

Linhas de crédito facilitam vendas na Expointer 2013

Máquinas e equipamentos agrícolas foram os responsáveis pelas negociações envolvendo o Programa de Sustentação do Investimento

(Máquinas e equipamentos agrícolas foram os responsáveis pelas negociações envolvendo o Programa de Sustentação do Investimento)
 
As linhas de crédito estão impulsionado as vendas na 36ª edição da Expointer. O carro chefe é o Programa de Sustentação do Investimento (PSI). O Programa tem por objetivo estimular a produção, aquisição e exportação de bens de capital e a inovação tecnológica. O Banrisul atingiu até a sexta-feira, dia 30, a marca de R$ 180.630 milhões de negócios em linhas de créditos realizados na agência do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

Cerca de 70% dos créditos são referentes ao PSI e ao Programa Mais Alimentos, ambos do governo federal. Outro banco que teve destaque nas negociações envolvendo as linhas de crédito do PSI foi o Sicredi. Até a sexta-feira, o total de negócios realizados na agência foi de R$ 332,7 milhões, sendo que R$ 209,9 milhões oriundos do Programa, representando 63% das negociações. O Banco do Brasil também teve como principal linha de crédito o PSI. Foram feitas 3,9 mil propostas, totalizando 75% dos negócios.

As máquinas e equipamentos agrícolas foram os responsáveis pelas negociações envolvendo o programa.
Conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier, os números devem-se ao bom momento vivido pelos agricultores.

– Tivemos uma boa safra, vivemos um momento mágico e o preço está bom. Com novas tecnologias se produz mais e perde-se menos – afirma Bier.

Cultivares de uva para processamento de sucos são apresentadas na Expointer

Técnico da Embrapa afirma que produção da fruta está crescendo em regiões tropicais do país

(No evento, foram apontadas as principais características das uvas utilizadas na produção de sucos)
 
O Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho (CNPUV) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promoveram, na manhã deste sábado, a apresentação “Cultivares de Uva para Processamento de Sucos”. A atividade ocorreu no auditório do Pavilhão da Agricultura Familiar, na Expointer.

Na ocasião, foram apontadas as principais características das uvas americanas – Isabel, Concord, Bordô e Niágara Rosada –, tradicionalmente utilizadas na produção de sucos, além das metas e resultados do Programa de Melhoramento Genético de Uva para a elaboração de sucos. Criado com o objetivo de desenvolver novas cultivares que contribuam para a competitividade e sustentabilidade da cadeia produtiva, o projeto tem conseguido também aumentar a produtividade para aproximadamente 23 a 30 toneladas de uvas por hectare.

– A serra gaúcha continua sendo a principal produtora de uvas para a elaboração de sucos. Há alguns anos, porém, tem crescido a produção em regiões tropicais, como no Paraná, Mato Grosso, Goiás e Vale do Rio São Francisco – diz o técnico da Embrapa Uva e Vinho Adriano Mazzardo.

As novas cultivares brasileiras de uvas para sucos resultantes do programa são: desde 2000, a BRS Rúbea, decorrente do cruzamento das uvas Bordô e Niágara Rosa; a Corcord Clone 30, mutação da Concord original; e a Isabel Precoce, mutação da Isabel original; desde 2004, a BRS Cora, obtida do cruzamento Muscat Belly A e BRS Rúbea; desde 2006, a BRS Violeta, do cruzamento BRS Rúbea e IAC 1398-21; desde 2008, a BRS Carmem, híbrida surgida do cruzamento de BRS Rúbea e Muscat Belly; e, a mais recente, de 2012, BRS Magna, resultante do cruzamento BRS Rúbea e IAC 1398-21.