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Grande campeão da raça Corriedale é da Cabanha Santa Filomena

Ovinos Corriedale têm como standard da raça um duplo propósito, com características que dividem o foco em 50% para a produção de carne e 50% para a de lã
O grande campeão da raça Corriedale na Expointer foi Santa Filomena 4528 (box 132), da Cabanha Santa Filomena, de Santana do Livramento, de propriedade de Jorge Antonio Remedi Guerra e Claudia Remedi Guerra. O reservado foi Santa Filomena 4524A (box 132), da mesma cabanha.

Entre as fêmeas, a grande campeã foi JHEP 456, da Cabanha Santa Cecília, de Bagé, de Luis Claudio L. Pereira e Fernanda R. Scardoelli & Filhos. A reservada foi La Estela IA 510 (box 75), da Cabanha La Estela, de Quaraí, de Henrique Pinto Lamego e Jorge B. Rodrigues Britos.
Os ovinos Corriedale têm como standard da raça um duplo propósito, com características que dividem o foco em 50% para a produção de carne e 50% para a de lã. A partir da maior procura no mercado pela carne de ovelha, os produtores buscam um animal mais voltado para o abate. Nas competições da 38ª Expointer, foram inscritos 83 exemplares de Corriedale, de um total de 909 ovinos, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco).
A Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) entende que essa mudança fortalece o setor, que cresce com maior retorno financeiro. "Hoje, a produção não consegue suprir a demanda de carne, o que mostra para onde ela deve se desenvolver", afirma a presidente da ABCC, Elisabeth Amaral Lemos. Ela acredita que a visibilidade conquistada na feira terá reflexo na época de comercialização dos ovinos.
Fonte: Expointer

Técnicos do Rio Grande do Sul revisam regiões de fronteira do Estado com maior foco de sarna ovina

Doença causa coceira, enfraquecimento, feridas e queda da lã, e é extremamente contagiosa

(Um dos sintomas é a perda de lã e feridas em forma de crostas secas e úmidas)
 
As visitas técnicas da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) a municípios de fronteira com o Estado do Rio Grande do Sul onde há maior incidência de focos de sarna ovina estão sendo retomadas. Embora no mutirão realizado no mês de maio o índice de cura tenha chegado a 100%, a revisão é necessária, assegura o técnico Ivo Junior, do Serviço de Doenças Parasitárias e Programa Estadual de Sanidade Ovina da Seapa.

Regiões como Livramento, Quaraí e Dom Pedrito concentram o trabalho dos profissionais, que, em setembro, repetirão a ação.

– Por ser época de parição de ovinos, o manejo com os animais pode ser tornar perigoso e causar perdas de cordeiros – alerta Junior.

Em função da demanda, técnicos de outras supervisões se deslocam e ajudam no diagnóstico e controle da parasitose. Até agora, já foram visitadas mais de 30 propriedades, totalizando 12 mil ovinos tratados e curados. Desde 2010, a secretaria atua na região de Livramento. Há três anos começaram a surgir novos casos depois de dez sem notificações.

O trabalho é feito em parceria com o Ministério da Agricultura do Uruguai, onde a doença também está presente e vem sendo combatida. A sarna causa coceira, enfraquecimento e queda da lã, feridas na pele, além de ser extremamente contagiosa, segundo Junior.

A notificação é obrigatória. Deve ser comunicada às inspetorias sempre que o produtor presenciar lã nas cercas, que os animais estiverem se coçando (movimento de pedalar), se esfregando nas paredes e cercas, houver perda de lã e feridas em forma de crostas secas e úmidas.

Ventos de mais de 90km/h provocam estragos na região central do Rio Grande do Sul

Várias casas foram destelhadas, mais de cinco mil pessoas ficaram sem energia elétrica e árvores bloquearam a BR-158

(Em Santa Maria, as rajadas de vento chegaram a 91km/h)
 
Uma frente fria passou pelo Rio Grande do Sul nesta quarta, dia 29, e ventos de mais de 90 km/h provocaram destruições no centro do Estado, especialmente nas cidades de Santa Maria, Cachoeira do Sul, São Vicente do Sul e Dilermando de Aguiar. Várias casas foram destelhadas, mais de cinco mil pessoas ficaram sem energia elétrica e árvores bloquearam a BR-158.  Em Santa Maria, as rajadas de vento chegaram a 91km/h, e no município de São Vicente do Sul, um agricultor teve um ataque cardíaco e morreu depois que a ventania derrubou uma árvore sobre sua casa.

Já em Tramandaí, no litoral, os ventos foram de 85km/h, e em Rio Pardo e Quaraí, chegaram a 81km/h. A maior chuva foi registrada em Mostardas, onde o volume acumulado chegou aos 70 milímetros. Na Capital, o volume de chuva foi de 26 milímetros. Das 36 estações meteorológicas do INMET no Estado, 18 tiveram ventos de mais de 60km/h nesta quarta.

Na quinta, dia 30, feriado de Corpus Christi, o tempo abre em todo o Rio Grande do Sul. O sol predomina na maior parte do dia, somente com formação de nevoeiros ao amanhecer. O destaque será a chegada dp frio. A mínima chega a 1°C em Bom Jesus, 6°C em Bagé e 7°C em Porto Alegre. Segundo os meteorologistas da Somar, na sexta, dia 31, o tempo seco e ensolarado predomina no Rio Grande do Sul. O frio aumenta, com temperaturas mínimas negativas e geada na Serra Geral.

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