Embarques mensais eram de cerca de três mil toneladas e passaram para mil toneladas
(Embarques de carne suína brasileira para a Argentina caíram 70% em relação a 2012)
Há um ano, a Argentina começou a criar obstáculos para a emissão de licenças de importação para a compra da proteína brasileira.
– Essas dificuldades permanecem porque os argentinos decidiram equilibrar sua balança comercial, reduzindo as importações do Brasil. Como não pode erguer barreiras comerciais em razão do acordo do Mercosul, o governo argentino impôs medidas burocráticas adicionais, reduzindo e dificultando a liberação das licenças de importação – explicou o executivo, em nota.
Para Ávila, o governo brasileiro deveria ser mais enérgico na defesa dos interesses comerciais brasileiros, mas lhe falta mais agressividade no comércio exterior.
– Infelizmente somos afetados mais uma vez com as chamadas barreiras não comerciais e não reagimos, à altura ou com a mesma moeda – completou.

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